Menu
 • Artigos
 • Atualização em Slides
 • Congressos e Eventos
 • Estudo de Casos
 • Fórum
 • Links
 • Medicina Baseada em    Evidências
 • Membros do CERIR
 • Novidades Científicas
 • Público em Geral
•  Resumos da Equipe
 • Revista de    Reumatologia
•  Serviço de    Reumatologia
 • Trabalhos do Serviço
Novidades Científicas

ARTHRITIS & RHEUMATISM
Vol. 60, No. 1, January 2009, pp 93–102
DOI 10.1002/art.24132 © 2009, American College of Rheumatology

Inflammatory Lesions of the Spine on Magnetic Resonance Imaging Predict the Development of New Syndesmophytes in Ankylosing Spondylitis Evidence of a Relationship Between Inflammation and New Bone Formation
Walter P. Maksymowych, Praveena Chiowchanwisawakit, Tracey Clare,  Susanne J. Pedersen, Mikkel Østergaard,  and Robert G. W. Lambert

Introdução:
Espondilite anquilosante = doença inflamatória crônica que afeta primeiramente articulação axial e enteses
Característica principal = nova formação óssea; coluna vertebral = SINDESMÓFITOS

Objetivo:
Testar a hipótese de que o corpo vertebral que apresenta lesão inflamatória ativa na RNM é mais predisposto a formar novo sindesmófito a aquele corpo vertebral sem lesão inflamatória ativa na RNM

Métodos:
PACIENTES:
29 pacientes com EA selecionados dentro de 3 ensaios clínico randomizado de tratamento anti-TNF placebo controlado; obtidas RNM na admissão, 6 ou 12 meses e 24 meses; RX na admissão e 2 anos.
41 pacientes com EA de uma coorte observacional comparando anti-TNF x terapia padrão
Pacientes e Métodos

DEFINIÇÃO DA LESÃO NA RNM:
Aumento do sinal na seqüência STIR  captado pela vértebra em pelo menos um corte sagital o qual inclui o canal medular.
Lesão persistente definida como persistência do hipersinal na RNM de admissão e na RNM subseqüente.
Lesão resolvida definida como completo desaparecimento do hipersinal nas RNM subseqüente.
Pacientes e Métodos

LEITURA DAS IMAGENS:
3 radiologistas analisaram todas as 3 imagens de RNM para cada paciente e 2 radiologistas analisaram as duas imagens de RX simples
Pacientes e Métodos

ANÁLISE ESTATÍSTICA:
1a análise = proporção de novos sindesmófitos desenvolvidos em cada corpo vertebral onde previamente havia sido relatada presença de lesão inflamatória X vértebras onde não havia relato de lesão
2a análise = vértebras com lesão persistente  e novos sindesmófitos X vértebras sem lesão e novos sindesmófitos
3a análise = novos sindesmófitos em vértebras com lesão resolvida X sindesmófitos em vértebras sem lesão

Resultados:
Observa-se que os sindesmófitos desenvolveram mais freqüentemente naquelas vértebras com lesão inflamatória (20%) em relação aqueles sem lesão(5,1%) visto na RNM de admissão. Eles também se desenvolveram mais freqüentemente nas vértebras onde o processo inflamatório estava resolvido àquelas onde o processo persistia após tratamento anti-TNF.   

Discussão
Três  conclusões:
-Primeiro: presença de lesão inflamatória ativa na vértebra na seqüência STIR  da RNM esta associado à subseqüente desenvolvimento de novos sindesmófitos no corpo vertebral correspondente visível no RX
-Segundo: novos sindesmófitos se desenvolverão de uma lesão mesmo quando está estiver resolvida após inicio de tratamento com anti-TNF
-Terceiro: novo sindesmófito pode também desenvolver-se onde tanto RX como RNM da admissão demonstraram vértebra normal.

Conclusão:
Os dados do estudo apóiam o conceito da relação entre inflamação e anquilose
Outra observação encontrada foi que a permanência de processo inflamatório adiou a nova formação óssea. Portanto, quando utilizado o anti-TNF suprimindo a atividade inflamatória permitiu o surgimento do sindesmófito.

Resumido por: R1 de Reumatologia Rafael Barbieri

voltar   home