Menu
 • Artigos
 • Banco de Imagens
 • Cadastramento
 • Congressos e Eventos
 • Corpo Clínico
 • Fórum
 • Links
 • Novidades Científicas
 • Membros do CERIR
 • Revista de    Reumatologia
Exames laboratoriais da fase aguda do soro em doenças reumáticas
Tabela 1 - Proteínas de fase aguda e suas principais funções(3)
Sistema do complemento C3
C4
C9
Fator B
Inibidor de C1
Proteína ligadora de C4b
Proteína ligadora de manose (MBP)
Sistema de coagulação e fibrinolítico Fibrinogênio
Plasminogênio
Ativador de plasminogênio tecidual
Uroquinase
Proteína S
Vitronectina
Inibidor 1 do ativador de plasminogênio
Antiproteases
Inibidor de a-1 protease
a-1 antiquimotripsina
Inibidor da tripsina pancreática
Inibidor da inter-a tripsina
Proteínas transportadoras Ceruloplasmina
Haptoglobina
Hemopexina
Participantes da resposta inflamatória Fosfolipase A2
Proteína ligante de lipopolisacarídeos (LBP)
Antagonista do receptor de IL-1
Fator estimulador do crescimento de colônias granulocíticas (G-CSF)
Outras Proteína C reativa
Amilóide sérico A
a-1-glicoproteína ácida
Fibronectina
Ferritina
Angiotensinogênio

patologias mediadas imunologicamente, inflamações mediadas por cristais e as neoplasias malignas. Alterações moderadas das PFAs são comuns após exercícios pesados e após o parto. Pequenas variações são freqüentes após um estresse psicológico e em patologias psiquiátricas graves(3,7).

CINÉTICA DAS PROTEÍNAS DA FASE AGUDA DO SORO

Existem diferenças cinéticas consideráveis entre as diversas proteínas da fase aguda. A extensão e a velocidade do aumento na concentração plasmática de qualquer proteína da fase aguda dependem de fatores como: peso molecular, volume de distribuição, velocidade e sensibilidade para indução e velocidade de catabolismo(4,8).
Na inflamação aguda, o padrão de resposta é relativamente constante, tanto que a magnitude da resposta inflamatória é suficiente para demonstrar uma alteração sérica detectável em todas as proteínas. Apesar disso,

nem todos os componentes da resposta inflamatória aumentam uniformemente em todos os pacientes com uma mesma doença. Essas variações, as quais indicam que as PFAs são reguladas individualmente, podem ser explicadas em parte pelas diferenças na produção de citocinas específicas e de seus moduladores nos diferentes estágios patológicos(3).
As concentrações de algumas proteínas, como a ceruloplasmina e alguns componentes do sistema complemento, aumentam em níveis 50% maiores que o normal, enquanto outras como a haptoglobina, alfa-1-antitripsina e o fibrinogênio podem aumentar várias vezes o valor normal.
Os principais reagentes da fase aguda, usados na prática clínica, são a proteína C reativa (PCR) e a substância amilóide A (SAA). Ambas podem ter suas concentrações aumentadas centenas ou milhares de vezes dos valores considerados normais. As características cinéticas de algumas proteínas de fase aguda podem ser observadas na Tabela 2(9).

voltar

Revistas

próxima página

voltar   home